SONETO DA SEPARAÇÃO
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos esplamadas fez-se o espanto
De repente, não mais que de repente
Dos olhos desfez-se a ultima chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imovel fez-se o drama
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente
Vinicius de Moraes.
Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=248295#ixzz2UF48Y1JJ
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos esplamadas fez-se o espanto
De repente, não mais que de repente
Dos olhos desfez-se a ultima chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imovel fez-se o drama
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente
Vinicius de Moraes.
Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=248295#ixzz2UF48Y1JJ
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives
Nenhum comentário:
Postar um comentário