Correndo braços abertos na chuva brincando
se imaginando um aviãozinho, na chuva voando
fazendo piruetas, no meio da rua, na calçada
espargindo nos coleguinhas a agua da sarjeta
Felizes, sorridentes, com a chuva abundante
todos da turma da vizinhança, fazem festança
folguedo na chuva, alegria fascinante de ver
Crianças brincando na chuva, como uma dança
A chuva cai, lavando a rua, as calçadas
os telhados, molhando os jardins e a mim
Numa festa sem fim, quantas lembranças
dos banhos de chuva no meu tempo de criança
Naquele tempo era assim, um folguedo sem fim
Era chover, para a criança aparecer e na chuva banhar
Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=248141#ixzz2TxQ6GoOe
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives
se imaginando um aviãozinho, na chuva voando
fazendo piruetas, no meio da rua, na calçada
espargindo nos coleguinhas a agua da sarjeta
Felizes, sorridentes, com a chuva abundante
todos da turma da vizinhança, fazem festança
folguedo na chuva, alegria fascinante de ver
Crianças brincando na chuva, como uma dança
A chuva cai, lavando a rua, as calçadas
os telhados, molhando os jardins e a mim
Numa festa sem fim, quantas lembranças
dos banhos de chuva no meu tempo de criança
Naquele tempo era assim, um folguedo sem fim
Era chover, para a criança aparecer e na chuva banhar
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